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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

"Trem(zinho)"


Trenzinho que bate-bate
Trenzinho que já bateu
Ando livre pela cidade
Você na estação se recolheu

Pessoas burras te idolatram
Porém sou contrário com franqueza
Alguns até nos maltratam
Por tão inútil beleza

Que caminhem os de mente aberta
Caminhem em busca da verdade
Não entendo o motivo de só verem o centro
Em uma complexa e vasta cidade

Árvore da desgraça


Sou filho da terra
Inútil e triste e só
Produto da guerra
Que surge com o pó

Cresço com o vento
Das florestas escuras
Pedindo alento
As pessoas sem cura

Encontrei por ai
A minha desgraça
Drogado cresci
Sem sentir ameaça

Hoje morto eu vejo
Quanta besteira eu fiz
De olhos fechado desejo
A ultima chance de ser feliz

Pessoas que adimiro - Albert Einstein


No decorrer dos dias, talvez uma vez por semana, irei postar uma breve biografia de pessoas que admiro. É extremamente justo começar por um dos homens que mais admiro, mesmo sem conhecer toda sua obra e vida, que são muito extensas.

Einstein


Albert Einstein nasceu na região alemã de Württemberg, na cidade de Ulm, numa família judaica. Em 1852, o avô materno de Einstein, Julius Koch, estabelece-se como comerciante de cereais em Bad Cannstatt, nos arredores de Estugarda. Os pais de Einstein, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 8 de agosto de 1876. Hermann, que era comerciante, muda-se de Bad Buchau para a cidade de Ulm, onde passou a viver com a esposa. É em Ulm que nasce Albert Einstein, em 14 de março de 1879.
É conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. Recebeu o Nobel de Física de 1921, pela correta explicação do efeito fotoeléctrico; no entanto, o prémio só foi anunciado em 1922. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atômica, apesar de não prever tal possibilidade. 100 físicos renomados o elegeram, em 2009, o mais memorável físico de todos os tempos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Poeta moderno?



Confesso, antes de tudo, que sou leigo sobre o assunto seguinte. Vou escrever baseado em pouco conhecimento e espero que , se eu errar, não me critiquem, mas me corrijam.
Uma professora de literatura me disse que sou um poeta moderno, que tenho um poema em linhas e tal. Fiquei lisonjeada em ser chamado de poeta, – nós crianças, não conseguimos acreditar que ser poeta é só escrever poesia, e acho que é, porque não vejo nada nas minhas poesias que possa me formar um poeta – mas não acho que seja um poeta moderno.
Os temas modernos são muito pacíficos. E não me considero poeta. Acredito ser uma pessoa moderna, revoltada com minha atual situação, e a atual situação do mundo, que expressa isso em palavras simples e convincentes.
Admiro muito os poetas modernos, só não me enquadro em seus padrões, embora veja eles corretos e até bonitos.

Não existem dons


Hoje eu assisti, de olhos vedados
A morte de um avulso
Posso ver, de olhos lacrados
Cada canto deste mundo

Não posso desfrutar do meu dom
Pois todo o mundo não desfruta
Teria primeiro que escutar o som
Da revolta absoluta

Sou apenas um poeta louco
Considero esta minha diferença
Critico com tão pouco
Fiz da solidão minha ciência

Por isso ignorantes me excluem
Mais ainda sou um peso vivo
Neste grande ovo do universo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


Abertas as inscrições para o 11º Concurso de Poesias da UFSJ



A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários recebe, até 15 março, poemas inéditos de escritores, professores e estudantes, com idade mínima de 15 anos, que desejam se inscrever na 11ª edição do tradicional Concurso de Poesias da Federal de São João del-Rei.

Pedras no caminho


      Pense nas pedras do caminho como uma bola de futebol. Você deve chuta-la com força e jeito, para que ela ultrapasse a linha mais curta e importante do campo e no fim do jogo te traga méritos e glória.